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Em abril de 1994, em Ruanda, o governo extremista controlado pela etnia
hutu orquestrou um dos episódios mais sangrentos da história africana
ao massacrar centenas de milhares de pessoas da minoria tutsi. O
genocídio foi ordenado depois de um atentado contra o avião do
presidente hutu Juvenal Habyarimana. Os tutsis foram considerados
culpados pelo ataque e milícias hutus invadiram casas, pilharam bens,
estupraram mulheres e mataram até bebês. O massacre durou quase cem dias
e foi interrompido depois que os tutsis conseguiram controlar a capital
Kigali e as principais cidades ruandesas. Até agora, o Tribunal Penal
Internacional criado pelo Conselho de Segurança da ONU para julgar o
caso condenou 29 pessoas. Outras 11 ainda aguardam o veredicto.
Entrevista: 'Nunca imaginei conseguir perdoar quem tentou me matar', conta sobrevivente
Tutsis - 937.000 mortos
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